Seis blocos que comunicam entre si.
O artigo escrito uma vez no orçamento é o mesmo que se mede no auto e o mesmo que segue para a fatura. É por isso que a Struqia poupa tempo onde outras ferramentas o gastam: nada se copia de um lado para o outro.
Do pedido do cliente à margem no Capataz — a app real, sem cortes de montagem.
A IA lê a planta e mede sozinha.
A planta cotada em PDF ou o mapa de quantidades em Excel entram na Struqia, que reconhece as divisões, lê as cotas e devolve áreas de pavimento, teto, paredes e rodapés — com os vãos contados e descontados segundo as regras de medição.
Cada quantidade fica ligada à origem: a linha abre, mostra de que divisão veio e corrige-se à mão em dois segundos. A IA propõe, a decisão é humana — nada entra no orçamento sem confirmação.
Depois, os artigos casam com a base de preços da empresa: os seus rendimentos, os seus custos de mão de obra, os seus fornecedores. A proposta sai em PDF com a marca da empresa no mesmo dia em que o cliente a pediu, e não na semana seguinte.
O auto do mês fechado no mês.
O auto arranca do orçamento adjudicado, com todos os artigos já lá. Marca-se o executado do período — em percentagem ou em quantidade — e a Struqia acumula o histórico sozinha, sem somar autos anteriores numa folha à parte.
Os trabalhos a mais entram no mesmo mapa, identificados e aprovados à parte, para não se perderem entre o que estava contratado e o que apareceu na obra. É o dinheiro que mais vezes fica por faturar — aqui não fica.
No fim sai o auto em PDF para o dono de obra, com o mapa completo, o acumulado e o valor do período. E as linhas ficam prontas para a fatura, sem se escrever um número outra vez.
A obra reporta ao escritório sem ninguém escrever um email.
O encarregado abre a app no telemóvel e vê só o que lhe interessa: as tarefas do dia naquela obra, o que ficou de ontem e o que tem de ficar pronto amanhã. Marca o que fez com um toque, sem formulários.
Fotografa o que está feito e o que está mal, e regista materiais recebidos ou consumidos. Tudo cai na obra certa, com data e hora, e aparece no painel do escritório sem ninguém ter de perguntar.
E há uma coisa que a app do encarregado nunca mostra: preços. Nem custos, nem margens, nem o valor do contrato. O que é da obra fica na obra; o que é dinheiro fica no escritório.
O que ameaça o prazo sobe ao topo.
Prazos contratuais, vistorias, entregas de material, validades de seguros e alvarás, datas de auto e de fatura: entra tudo numa agenda única, ligada à obra a que pertence. Deixa de haver um prazo que só existe na cabeça de alguém — e é assim que o prazo contratual se cumpre.
Os alarmes chegam antes, não no próprio dia — com a antecedência definida por tipo de evento. E chegam ao telemóvel, porque quem gere uma empresa de construção não está sentado à secretária quando o prazo aperta.
O que está em risco sobe ao topo sozinho e fica marcado a vermelho; o que é para esta semana fica a laranja. A Struqia abre já com a ordem de prioridades feita.
O auto prepara a fatura. A margem aparece.
Fechado o auto, as linhas da fatura saem prontas — com o regime e a taxa de IVA (23 %, 6 % ou autoliquidação) e a retenção de garantia tratados como manda a lei portuguesa — para o programa de faturação certificado da empresa (TOConline, Moloni, InvoiceXpress ou Vendus). A Struqia não emite faturas: prepara-as, avisa quando há um auto por faturar ou uma fatura por cobrar, e mostra o que está por receber.
Do outro lado entram os custos: faturas de fornecedor, subempreiteiros, mão de obra e consumos, cada um lançado na obra a que pertence. A margem real da obra deixa de ser uma estimativa de fim de ano e passa a ser um número de hoje.
E o que está por receber fica sempre à vista: quanto, de quem, e há quanto tempo. É a diferença entre saber que a obra correu bem e saber que a obra deu dinheiro.
O documento nasce já arrumado.
Orçamentos, autos e relatórios de obra saem em PDF com o logótipo, os dados e a apresentação da empresa — e não com o aspeto de um exportador genérico.
E não ficam à espera na pasta das transferências: caem diretamente na estrutura de pastas da obra, com o nome certo e a data no sítio certo. A pasta do cliente fica igual à que seria organizada à mão, sem trabalho manual nenhum.
Quando o dono de obra ou o contabilista pedem o histórico, está lá tudo, na mesma ordem, obra a obra. Não há a versão que ficou no email de alguém.
Quer ver isto na sua empresa?
Estamos a abrir a Struqia a um grupo pequeno de empresas de construção, com a primeira obra montada em conjunto.